*ConfidÊncias*
( 000213 / 000212 / 000210 )
( 000230 / 000210 / 000200 )
Dó; sol
Bebe mais um copo
faz-me um pouco de companhia
que a noite vai calma
Pega num desses teus versos
e canta-o com alegria
que o coração resiste
Dá-me lume, dá-me chama
uma palavra amiga
que alma agradece
Estou aqui tão sozinho
a pensar baixinho
que a voz adormece
Lálálá lálá
lálálá
lálálá lálá lá
REFRÃO
LA MI
Assim foi como será
(032033) (022033)
Alegria imensa
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Album: Tu
*ConfidÊncias*
(024300; 057600)
Apenas no silêncio consigo ler
a tua linguagem gestual
que os teu lábios não perduram mais
enlaçados nas tuas mãos
Conta-me aquilo que não vivi
adornando a tua pele
que as tuas mãos vão-me dizendo
e o meu coração batendo sempre mais
refrão
(ré; dó; sol; 032033)
Queria ser tu
para poder saber
em quantas partituras
te reges tu
(024300; 057600)
Apenas no silêncio consigo ler
a tua linguagem gestual
que os teu lábios não perduram mais
enlaçados nas tuas mãos
Conta-me aquilo que não vivi
adornando a tua pele
que as tuas mãos vão-me dizendo
e o meu coração batendo sempre mais
refrão
(ré; dó; sol; 032033)
Queria ser tu
para poder saber
em quantas partituras
te reges tu
Album: Confidências
*ConfidÊncias*
(Mi; Mi##)
São fantasmas na terra
silêncios cortantes de vida
surgem na madrugada
quando o nevoeiro instiga
Brumas desaparecidas
encantos tamanhos
que adornam as avenidas
e a cidade adormecida
Senti o cheiro a pólvora
do teu revolver dourado
e o perfume a morte
do dia inacabado
REFRAO
Sol (032033) (022033)
Sentis-te o bafo do vento
para ti como um tormento
Sentis-te a viajar
para ti alem do mar
(Mi; Mi##)
São fantasmas na terra
silêncios cortantes de vida
surgem na madrugada
quando o nevoeiro instiga
Brumas desaparecidas
encantos tamanhos
que adornam as avenidas
e a cidade adormecida
Senti o cheiro a pólvora
do teu revolver dourado
e o perfume a morte
do dia inacabado
REFRAO
Sol (032033) (022033)
Sentis-te o bafo do vento
para ti como um tormento
Sentis-te a viajar
para ti alem do mar
Escadas do paraíso
Subo as escadas do paraíso
e parece que foi ontem
quando senti a tua mão
a puxar-me para bem junto de ti
Subo as escadas uma a uma
e pergunto-me o que estará
para lá da vida
que mesmo sendo suicida
Subo as escadas do paraíso
enfrentando os demónios
e todos meus medos
e meus heterónimos
Subo-a para saber
o que hei-de encontrar
ou se me encontrarei
para lá do nevoeiro
Subo as escadas uma a uma
invadindo-me por essa bruma
que se incendeia o ar em mim
e me sinto sufocado
Subo as escada do paraíso
e quando os medos haver expulsado
a mão do meu amor me há-de puxar com fervor
e eu mirando direi por favor...
e parece que foi ontem
quando senti a tua mão
a puxar-me para bem junto de ti
Subo as escadas uma a uma
e pergunto-me o que estará
para lá da vida
que mesmo sendo suicida
Subo as escadas do paraíso
enfrentando os demónios
e todos meus medos
e meus heterónimos
Subo-a para saber
o que hei-de encontrar
ou se me encontrarei
para lá do nevoeiro
Subo as escadas uma a uma
invadindo-me por essa bruma
que se incendeia o ar em mim
e me sinto sufocado
Subo as escada do paraíso
e quando os medos haver expulsado
a mão do meu amor me há-de puxar com fervor
e eu mirando direi por favor...
Madrugada
Sossega meu amor
que se faz tarde
e a noite já caiu no céu
e o nosso sonho
é madrugada fora
interpelando o infinito
com tons de cor pálida
e o vento que sopra
cortante sobre teus lábios
cindido na tua pele
morna e quente
que na dor que sentimos
se faz gente
que se faz tarde
e a noite já caiu no céu
e o nosso sonho
é madrugada fora
interpelando o infinito
com tons de cor pálida
e o vento que sopra
cortante sobre teus lábios
cindido na tua pele
morna e quente
que na dor que sentimos
se faz gente
domingo, 29 de setembro de 2013
Serena
Eras tu e só tu
serena
Que na morte inventas-te o poema
E na vida a eterna
solidão
Quando abençoada no
céu
Eras tal uma ave
magnífica
E em terra a cor
azul
Despertas-te em mim o
desejo
E um único dia era o
ensejo
Da nossa comunhão
Quando abraçados
fomos
Um e só um
na nossa secreta
união
Encontro
Bebes-te nos meus lábios
Do néctar que te deu
A vida eterna
Quando perdida andavas
Na vida ao encontro
Do teu eu
Olhas-te-me humedecida
E o teu coração foi meu
Naquela tarde
Quando os teus braços se precipitaram
Junto ao meu corpo
E assim findaram
Perdidos juntos aos meus
Com a forma dos céus
E o desígnio da terra
Ouvi o clamor do paraíso
O corpo estremeceu
até que morreu
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