Percorria sozinho por essa estrada
que me conduzia ao destino
e em cada passo
era como uma encruzilhada
que me houvesse metido
As sombras dos candeeiros acessos
iluminavam esse caminho
e por momentos pareceu surreal
esse destino
Caminhante caminhando passo a passo
com o dom do coração
que aquilo que a vista olhava
fazia-o em comunhão
com os cinco sentidos
E a sensibilidade da alma
desenhava a estrada
em sentido fantasioso
porque era a minha estrada
o meu caminho
Súbito as sombras cessaram
e o vento amainou
e eu vi-me assim sozinho
no caminho que se começou a perder em mim
e por isso regressei e foi seu fim
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